sábado, 16 de maio de 2015

Logística reversa de embalagens no Brasil

Acordo Setorial irá definir responsabilidades dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, poder público e consumidores sobre a logística reversa de embalagens (papel, plástico, vidro, metal) no país.














Precisamos dar atenção à este acordo. As empresas pressionam para ficar com a menor responsabilidade possível, querem cada vez mais jogar embalagens no mercado, muitas desnecessárias, e jogar para o poder público municipal os custos com a reciclagem.
Para os municípios as contas não fecham, pois o aumento do consumo e de embalagens geradas são bem maiores do que o município tem para gastar com a limpeza, coleta e destinação adequada.
Não dá para continuarmos vendo milhares de garrafas PET, de isopor, de um monte de outros tipos de embalagens boiando nos córregos, sujando as ruas e as praias. As empresas precisam ser responsabilizadas! Podem começar deixando de fabricar embalagens que não tem reciclagem e colocando a menor quantidade possível de embalagens nos produtos.
Isso lembra um pouco meu posto de janeiro deste ano -> REVER
ACORDO SETORIAL
O texto do acordo foi submetido à consulta pública, entre 15 de setembro e 15 de outubro do ano passado, tendo recebido mais de 900 sugestões de alterações, encaminhadas por representantes de municípios, recicladores, órgãos ambientais e sociedade civil. A análise jurídica da proposta deverá ser finalizada nos próximos dias pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
O passo seguinte será encaminhar o texto à avaliação do Comitê Orientador para a Implantação de Sistemas de Logística Reversa (CORI), que é presidido pelo MMA com a participação do Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC); Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); Ministério da Fazenda (MF); e Ministério da Saúde (MS). A preocupação das entidades municipalistas e do setor de saneamento básico é que a proposta seja aprovada pelo CORI sem as devidas alterações sugeridas pelos municípios.
Fonte: http://www.assemae.org.br/noticias/item/412-assemae-debate-acordo-para-embalagens-na-sri-do-governo

PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE OS DADOS DA CONSULTA PÚBLICA, COMO AS PROPOSTAS QUE FORAM ENTREGUES PARA O GOVERNO FEDERAL, ACESSE:
http://www.consultas.governoeletronico.gov.br/ConsultasPublicas/consultas.do?acao=exibir&id=140


domingo, 3 de maio de 2015

Vídeo ótimo, bem didático e completo sobre a gestão dos resíduos no Brasil



#ResíduosSólidos: Você sabe para onde vai o lixo que você produz? Nessa animação, você conhecerá o ciclo de vida de todos os produtos que consumimos e descartamos! #Recicle #LixoNoLixo
Posted by Blog Água Brasil on Sexta, 17 de abril de 2015

Entre abril e junho de 2014, o Brasil vendeu mais de 100 smartphones por minuto


Um assunto que me intriga muito é a geração e destinação de resíduos e o que mais me incomoda é as pessoas se submeterem a serem marionetes do mercado e ficarem pressionando outras pessoas para elas comprarem coisas só porque todos devem ser iguais, ninguém pode ser diferente.

Lí hoje esta reportagem da Revista Fórum, chamada   De onde vem e para onde vai seu smartphone? E fiquei assustada com os dados:

"Segundo dados do E-waste World Map, primeiro mapa global de lixo eletrônico, lançado pela Step, aliança entre ONU, empresas, governos e ONGs de todo o mundo, com dados de 2012, o Brasil produziu 1,4 milhão de toneladas de lixo eletrônico (7 kg por habitante). Ainda de acordo com a Step, para 2017, o volume de lixo eletrônico no mundo aumentará 33%, o equivalente a altura de 200 edifícios como o Empire State Building, de Nova York."

O descarte correto depende do consumidor? Se as empresas não criarem um fluxo de retorno destes celulares, não disponibilizarem pontos de coleta, não divulgarem, não adiantará o consumidor querer. Claro, que sempre cabe ressaltar o potencial mobilizador do consumidor que pode e deve pressionar a cadeia produtiva para que exerça suas responsabilidades.
Acho que a sociedade enfatiza demais o consumidor, e esquecem que a responsabilidade pelo ciclo de vida dos produtos é também de quem fabricou, de quem importou, de quem fabricou, comercializou e do serviço público de limpeza.
No caso dos celulares e baterias, o serviço público está isento de responsabilidade, segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Como o autor bem finaliza a matéria:
"as empresas precisam utilizar ferramentas para medição do impacto de seu ciclo de vida, bem como a utilização de avanços tecnológicos para a melhoria contínua de seus processos. Entre as ações estão estudos para verificar o design que ocasiona o menor impacto na fabricação e utilização do aparelho. Alternativa são os materiais renováveis e baterias mais seguras e eficientes. Algumas empresas têm adotado o modelo de celular totalmente fechado, impedindo reparos, o que pode influenciar no volume de resíduo gerado. Sendo assim, fabricar, comprar e consumir é fácil. Analisar o impacto da produção, consumo e descartar corretamente também. Tudo isso depende de uma responsabilidade compartilhada e de atitudes responsáveis."

Para ler a matéria na íntegra acesse: http://www.revistaforum.com.br/blog/2015/04/de-onde-vem-e-para-onde-vai-seu-smartphone/

sábado, 25 de abril de 2015

Na cidade de São Paulo...

Sacolas plásticas e o limite das falsas comodidades

por Reinaldo Canto — publicado 14/04/2015 04h34, última modificação 15/04/2015 12h51
Com a entrada em vigor da cobrança pelo uso das sacolinhas em São Paulo, começam a surgir as (muitas) resistências
Reprodução
Sacolas
A nova regra das sacolas de mercado e a cobrança por elas passou a valer a partir de abril, em São Paulo
Foram quatro anos de brigas, acusações e adiamentos para que a lei municipal 15.374 de 2011 fosse sancionada. Durante todo esse período, a celeuma envolveu comerciantes, consumidores, prefeitura e até mesmo o Ministério Público. A proibição das sacolinhas plásticas comuns foi regulamentada em 7 de janeiro, mas a lei só entrou em vigor no começo deste mês de abril.
A partir de agora, os supermercados só podem disponibilizar sacolinhas em modelos previamente padronizados nas cores verde e cinza. As novas embalagens são mais resistentes, cerca de 40% maiores que as sacolas brancas e também mais ecológicas, pois são elaboradas à base de cana de açúcar em vez daquela que tem o petróleo como insumo básico.
As sacolas verdes devem ser usadas para descartar o lixo reciclável e as cinzas, para resíduos orgânicos e rejeitos. Tanto o comércio pode ser multado por não distribuir as sacolas corretas quanto o consumidor pode ser penalizado caso não faça a reutilização adequada.
Nesses últimos dias desde a implantação da lei, os consumidores se queixaram de ter de pagar de R$ 0,08 a R$ 0,10 por sacola. Aliás, esse era o principal argumento daqueles que eram contrários à lei e de anteriores posicionamentos do Ministério Público de São Paulo. Para eles, a cobrança feria o sagrado direito do consumidor de receber as sacolas de maneira gratuita.
Na ocasião, cheguei a escrever sobre essa determinação do MP que impediu a lei de entrar em vigor, afirmando que preservava um direito do consumidor, mas questionei o fato de que esse direito não vinha acompanhado da contrapartida de ter também o dever de não descartar as sacolas em qualquer lugar, principalmente, nas ruas, rios, córregos e logradouros públicos em geral. É preciso definir melhor o que são direitos “inalienáveis” dos consumidores e quando eles, consumidores, precisam também ser chamados à sua responsabilidade.
Infelizmente, já que as noções de cidadania e educação estão ausentes das práticas cotidianas de boa parte da população, o bolso acaba por cumprir essa função. Se algo tem valor monetário e vou ter que pagar por ele, usarei de maneira racional e irei reduzir o desperdício! Simples assim!
E isso, com certeza, é válido para tudo aquilo que não é utilizado de maneira racional e ponderada.
Uso racional da água e da energia
Os recentes aumentos nos valores cobrados pela água e pela energia, de certa maneira, vão por esse mesmo caminho. Eles, sem dúvida, vão pesar no orçamento familiar e, portanto, serão alvos de discussões internas sobre maneiras de economizá-los. Tudo bem que as razões para tais aumentos são de ordem puramente econômica e, determinadas pela escassez dos insumos responsáveis por seu fornecimento, mas já paramos para pensar o quanto são historicamente desperdiçados e de maneira criminosa? E, claro, isso vale para o consumidor, mas não podemos esquecer dos enormes impactos do mau uso dos insumos também pelos setores público e privado que sempre lidaram com essas questões de maneira pouco sensata. Agora com seu custo sofrendo um grande aumento, a realidade começa a mudar. Economizar, racionalizar e reutilizar a água nas empresas virou questão de sobrevivência do negócio. Alternativas para geração própria e economia de energia podem representar vantagens ou não diante da concorrência. Pois serão capazes de contribuir decisivamente para o preço final de um produto.
Como sempre tudo é definido pela economia. Nesses tempos de crise e escassez que, infelizmente, estamos a enfrentar, ao menos será possível refletir sobre o quanto já chegamos a confundir com comodidade, conforto e qualidade de vida.
Assim como não representa sofrimento algum carregar uma sacola retornável, colocar na bolsa ou na mochila uma compra pequena sem necessidade de sacola plástica, o mesmo vale para desligar a luz e a TV quando ninguém estiver presente e a torneira fechada ao escovar dentes e fazer a barba.
Devemos dar mais valor a outros direitos e prazeres do que simplesmente acharmos normal fazer uso indiscriminado e irresponsável dos recursos naturais. O planeta possui limites e estar atento a isso é fundamental para o futuro comum. Pense nisso antes de reclamar da nova lei das sacolas plásticas!
Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/sacolas-plasticas-e-o-limite-das-falsas-comodidades-525.html

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Passeios e viagens precisam ser melhor preparados

Fiquei incrivelmente assustada com a quantidade de resíduos que geramos neste carnaval. Fomos viajar e não me preparei para gerar pouco resíduo. Acho que isso aconteceu porque as transformações já foram naturalizadas aqui em casa e esquecemos que fora de casa as coisas são bem diferentes.

Bom, para citar algumas coisas que me incomodaram:
- consumimos muita latinha e pouca garrafa de vidro;
- na cidade onde ficamos não ví nada de coleta seletiva, nada mesmo;
- os catadores que ví pegavam só latinhas;
- eu levei duas sacolas de pano, porém pegamos muuuuitas sacolas plásticas toda vez que comprávamos alguma coisa no mercado;
- MAS O PRINCIPAL foi que lá onde fomos não tinha um filtro de água e acho que compramos umas 20 garrafas de água.

Por isso quero indicar este vídeo sobre a água engarrafada: https://www.youtube.com/watch?v=7MB2ETA5wto


E pretendo me programar melhor na próxima vez que formos viajar!
Fora isso a viagem foi maravilhosa e curtimos muito!!!

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Balanço

Medidas que adotamos desde a criação do blog:
1. Analisamos o lixo que geramos por semana em nossa casa.
2. Separamos roupas que não usamos mais para trocar na Feira de Trocas Solidária e para doar, pois reutilizar é uma forma de evitar gerar resíduos.
3. Conhecemos como é feita a reciclagem de pilhas e baterias e onde podemos descartar corretamente.
4. Fizemos reclamação formal para a ABINEE (Associação Brasileira da Industria Elétrica e Eletrônica) sobre a falta de divulgação e falta do coletor em um dos pontos de coleta que está no site deles.
5. Reduzimos a quantidade de comprovantes de pagamento com cartão. Mas inda não conseguimos zerar, essa é a meta.
6. Começamos a nos policiar e deixar de comprar muitas coisas por conta da quantidade de resíduos que gera:
- sorvete de palito (substituímos por sorvete caseiro)
- sorvete no copo, milk shake, sundae (só comemos sorvete de casquinha, pois tudo se come)
- caixa de bombom e barras de cereais (são três embalagens até chegar no alimento!)
- comida japonesa (compramos hashi e não usamos mais os pauzinhos de madeira que depois de uma refeição viram resíduo)
- não pedimos mais comida delivery, sempre vem diversas embalagens. Quando não fazemos comida em casa saímos para comer, é até mais romântico do que pedir delivery.
- continuo com meu celular e só vou enviá-lo para reciclagem quando parar de funcionar. Antes dele parar de funcionar posso trocá-lo em uma feira com quem não tem celular nenhum.
- reduzimos muito a quantidade de sacola plástica, mas queremos chegar a zero.

Próximas medidas que já combinamos e colocamos em nossos planos:
1. compostagem caseira.
2. montar uma mini horta
3. enviar para reciclagem meu primeiro celular que não funciona mais e os celulares que o Heber teve e estão guardados
4. postar mais vídeos e conteúdos educativos no blog
5. achar um substituto para as sacolas plásticas para armazenar nossos resíduos de cozinha
6. produzir nossos próprios produtos de limpeza
7. Cobrar as empresas das suas responsabilidades na logística reversa
8. fazer novo diagnóstico do nosso resíduo semanal para ver quanto conseguimos reduzir.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

PRA QUE TANTA EMBALAGEM?

QUANTO DE RESÍDUO EU ESCOLHO GERAR QUANDO COMPRO BARRINHAS DE CEREAL?
1 plástico externo + 1 caixa de papel + 1 plástico envolvendo cada barrinha.

Sem contar os resíduos que não vemos, aqueles gerados para extrair as matérias-primas, para fabricar o produto, para transportar e os gerados na distribuição.
PRA QUE TANTA EMBALAGEM?

Pra quê tanta embalagem?

PARA SE TER UM AROMATIZANTE EM CASA QUANTO DE RESÍDUO É GEREADO?


1 plástico externo + 1 plástico em cada componente (incluindo um envolta apenas dos palitinhos).
Pra quê tudo isso?

SEM CONTAR O RESÍDUO QUE FOI GERADO NA EXTRAÇÃO DAS MATÉRIAS-PRIMAS, DURANTE A FABRICAÇÃO, NO TRASNPORTE E NA COMERCIALIZAÇÃO DELES.


sábado, 24 de janeiro de 2015

Imaginem se as pessoas substituissem suas coisas apenas quando parassem de funcionar ou não servissem mais?

Sempre faço isso com meus celulares. Tive meu primeiro celular em 2005, com alguma relutância pois eu tinha 19 anos e era meu primeiro ano de faculdade, eu apenas estudava, não entendia o que meus pais ou irmão poderiam precisar me dizer que não podiam esperar eu voltar para casa, eu passava 5 horas na faculdade por dia.
Lembrando disso, que não era um pensamento tão absurdo na época, dá para questionar e estranhar um pouco a dependência que criamos de celulares nos dias atuais e como esta dependência começa cada vez mais cedo?
Eu não consigo achar normal de jeito nenhum.

Este meu primeiro celular ficou batsante tempo comigo e um dado momento a bateria deixou de segurar a carga. Talvez seria melhor na época trocar de bateria, mas como ganhei um celular novo deixei ele de canto. De 2005 até hoje tive três celulares, um deles foi roubado, então uso até hoje meu segundo celular.


O motivo de escrever este post é por conta da ENORME PRESSÃO que sofro para mudar de celular.

Espero que este vídeo te faça pensar várias vezes antes de trocar de celular.
http://vimeo.com/84299736

Meta para o verão: Aprender a fazer sorvete

Nosso cesto de recicláveis no verão

É muita embalagem de sorvete! Tenho reduzir isso!

Alguém tem uma receita de sorvete saudável para me recomendar?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Feira de Trocas chegando. Desapega!


Pilhas e Baterias (4)

Fui ao ponto de coleta de pilhas e baterias que encontrei no site que indiquei em postagem anterior, próximo ao meu trabalho, porém não encontrei o coletor. No balcão de informações me falaram que era só levar as pilhas e baterias e entregar para ela que ela deixaria na mesa ao lado até virem buscar. Mas perae, esse não é um resíduo considerado perigoso, será que não deveria ser armazenado de uma forma melhor até virem buscar? E também não encontrei nenhum cartaz ou divulgação no supermercado de que alí é um ponto de coleta.
Sempre escuto pessoas reclamando que a prefeitura não divulga as coisas, mas se o privado faz ninguém liga!
Entrei em contato, no mesmo dia, com uma pessoa da parte de sustentabilidade da ABINEE e contei o caso. Me responderam que é uma irregularidade e o conselho gestor do programa de reciclagemd e pilhas e baterias vai resolver a situação. Aproveitei para perguntar qual a empresa que recicla as pilhas e baterias do programa, já que no site consta apenas quem criou o programa e quem transporta as pilhas até a reciclagem. Afinal não acho que minha responsabilidade acaba quando entrego minhas pilhas, quero saber onde e como será reciclada, quero saber se sua reciclagem gera outros resíduos. Esta mesma pessoa me disse que é a Suzaquim. A mesma que faz o processo de reciclagem que publiquei em post anterior. Portanto, gera resíduos durante a reciclagem. E eu quero saber o que ela faz com este resíduo.

Como esta empresa fica em Suzano, ao lado de Guarulhos, onde moro, resolvi ligar e agendar uma visita. Me pediram para fazer o pedido por e-mail, mas até agora não me responderam. Vou insistir mais semana que vem.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Pilhas e Baterias (3)

Riscos do descarte incorreto de pilhas e baterias
Apesar da aparência inocente e pequeno porte, as pilhas e baterias de celular são hoje um problema ambiental. Classificadas como resíduos perigosos e compostas de metais pesados altamente tóxicos e não-biodegradáveis, como cádmio, chumbo e mercúrio, depois de utilizadas, a maioria é jogada em lixos comuns e vai para aterros sanitários ou lixões a céu aberto.
A forma como são eliminados e o conseqüente vazamento de seus componentes tóxicos contamina o solo, os cursos d’água e o lençol freático, atingindo a flora e a fauna das regiões circunvizinhas. Através da cadeia alimentar, essas substâncias chegam, de forma acumulada, aos seres humanos.

Onde estão os postos de entrega de pilhas e baterias na cidade de Guarulhos?

Pesquisando descobri que a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica tem um programa de postos de entrega de pilhas e baterias. Neste site você pode consultar no seu estado e na sua cidade onde estão estes postos.
Em Guarulhos existem 12 postos:

Nome FantasiaEndereçoBairroCidade
49 - ATACADÃO GUARULHOSAV. OTÁVIO BRAGA DE MESQUITA, 3116JD. SÃO GERALDOGUARULHOS
CARREFOUR - GUARULHOSAVENIDA BENJAMIN HARRIS HUNNICUTTPORTAL DOS GRAMADOSGUARULHOS
CARREFOUR - GUARULHOS DUTRAAVENIDA PAULO FACCINI, 214 ou 240MACEDOGUARULHOS
ELGIN - ASSISTENCIA TECNICA JHRRUA LUIZ FACCINI, 542CENTROGUARULHOS
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1326RODOVIA PRESIDENTE DUTRA S NPORTO DA IGREJAGUARULHOS
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1384AVENIDA SALGADO FILHO, 1301JD. SANTA MENAGUARULHOS
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1390AV BRIGADEIRO FARIA LIMA, 1193COCAIAGUARULHOS
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1761CJ HABITACIONAL ZEZINHO M.PRADO S/N LOJA 13CUMBICAGUARULHOS
PÃO DE AÇUCAR LOJA 2253 - (ASSAI LOJA 04)RUA NOSSA SRA MÃE DOS HOMENS, 2253VILA PROGRESSOGUARULHOS
PÃO DE AÇUCAR LOJA 2260 - (ASSAI)AVENIDA ANIELLO PRATICI, 494JARDIM SANTA FRANCISCAGUARULHOS
WAL-MART BRASIL LTDA - PADRE CELESTINORUA PADRE CELESTINO, 400CENTROGUARULHOS
WAL-MART SUPERCENTER GUARULHOS LJ1029RUA JOSÉ BERNARDO MEDEIROS, 237JARDIM SANTA FRANCISCAGUARULHOS
1
  
E um destes postos é do ladinho de onde eu trabalho. Amanhã vou levar minhas pilhas lá para descartar e conto para vocês se deu certo.

Pilhas e Baterias (2)

No Brasil, são vendidos, em média, 400 milhões de baterias e mais de 1 bilhão de pilhas por mês. Infelizmente, apenas 1% é reciclado


Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/como-feita-reciclagem-pilhas-baterias-755269.shtml

domingo, 18 de janeiro de 2015

Ei você!

Você mesmo(a). O que está achando do blog? Tem algum texto que te lembrou alguma coisa que gostaria de compartilhar? COMENTE! Ou quer fazer alguma sugestão ou crítica? COMENTE. Quer trazer sua experiência de alguma descoberta sua que fez reduzir seus resíduos? COMENTE. Vamos ficar muito felizes!
Beijos

Dica de seminário


Inscrições clique aqui

Pilhas e Baterias (1)

O que diz a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal 12.305/10) sobre pilhas e bateriais?

Diz que este tipo de resíduo faz parte da logística reversa e isso significa que cabe a quem fabricou, importou, distribuiu e comercializou garantir um sistema que garanta o retorno deste produto após seu consumo (Artigo 33).
A Lei deixa clara a obrigação dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de disponibilizar Pontos de Entrega deste resíduo (Art 33, § 3º).
Mas quem comprou também tem responsabilidades. O consumidor é obrigado a fazer a correta devolução.
A lei define ações encadeadas para a logística reversa funcionar. Os comerciantes e distribuidores deverão devolver para os fabricantes e importadores e estes deverão  dar a destinação ambientalmente adequada (Art 33, § 5º e § 6º).

Alguém é informado pelo comerciante, no momento da compra, onde levar e descartar o produto pós consumo?
Isso é o básico para a logística reversa começar a funcionar.
Para conhecer mais sobre o tema consulte:

Decreto Federal nº 7.404/10 - Regulamenta a Lei no 12.305, de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa, e dá outras providências.


Resolução CONAMA Nº 401/2008 - "Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado, e dá outras providências.". - Data da legislação: 04/11/2008 - Publicação DOU nº 215, de 05/11/2008, págs. 108-109


Resolução CONAMA Nº 424/2010 - "Revoga o parágrafo único do art. 16 da Resolução no 401, de 4 de novembro de 2008, do Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA." - Data da legislação: 22/04/2010 - Publicação DOU nº 76, de 23/04/2010, pág. 113 

sábado, 17 de janeiro de 2015

Pequenas mudanças grandes transformações (1)

Comprovante de pagamento com cartão

- Não quero minha via não, muito obrigada!
Pronto, chega desse monte de papelzinho espalhados pela casa e depois indo para o aterro sanitário.
Desconheço lugar que recicla esse tipo de papel.

Por onde começar?

Vamos seguir a ideia da Larissa e reduzir nossos resíduos com desafios por semana. Então teremos uma semana para achar a solução para o tipo de resíduos que definirmos.

Fora os resíduos que colocamos nos cestos e detalhamos no diagnóstico do post anterior, temos também pilhas, lâmpadas, celulares velhos, as próprias sacolas de plástico onde colocamos os resíduos precisam de solução também. 

Vamos começar pelas pilhas. Quem não tem pilhas velhas em casa? O que você faz com elas? Dá para reciclar? Dá para reduzir o consumo?
Durante uma semana vamos pesquisar e escrever sobre as pilhas para solucionar esta questão dentro da nossa casa. Contamos com você que está lendo para compartilhar suas ideias e conhecimentos conosco.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Nossos resíduos de cada dia.

Diagnóstico
Depois de uma semana acompanhando a geração de resíduos dentro de nossa casa, eis a conclusão.
Temos 3 cestos, um no banheiro, outro na cozinha (resíduos orgânicos) e outro na área de serviço (resíduos secos).
Quantidade
Todos estes 3 cestos são retirados de casa 2 vezes por semana. Na retirada o mais cheio é o de secos, depois o do banheiro e o da cozinha está pela metade, mas mesmo assim levamos para não ficar aquele mal cheiro.
Tipos de resíduos e proporção
Banheiro: papel higiênico (95%), fio dental (1%), absorvente e adesivo dele (3,5%), algodão e cotonete (0,5%).
Cozinha: resto de alimentos cozidos (15%), guardanapos sujos (40%), cascas de frutas, legumes, verduras e ovos (30%), talos (10%), esponja de aço (quase nada), comprovantes de pagamento com cartão (5%), pacote de pipoca de microondas.
Área de Serviço: Embalagem de escova de dente (plástico), caixa de perfume (papel), latinhas (metal), sulfite (papel), embalagem de absorvente (plástico), papel de pão, embalagem de frios (papel e plástico), bandejas de isopor, embalagem de gelatina (papel), embalagem de biscoito (plástico e alumínio), garrafa de suco (vidro), garrafa de vinho (vidro), papel alumínio, embalagem de pasta de dente (plástico), caixa de pizza (papelão), garrafa de refri (plástico), caixas de comida delivery, saches de molho shoyu (plástico).
Ou seja: papel e papelão (30%),
             plástico(60%)
             metal (3%)
             vidro (2%)
             isopor (5%)
Destinação
As sacolinhas dos cestos do banheiro e da cozinha são colocados para o caminhão da Quitaúna levar e vão para o aterro sanitário.
A sacola dos resíduos secos tem uma parte identificada na lixeira do condomínio onde moramos. O zelador vende tudo uma vez por semana para o ferro velho que vem buscar. 

Pronto! Agora sabemos que cara o problema tem, o próximo passo é encará-lo e pensar nas soluções para reduzi-lo. 

Você conhece que tipo e quanto de resíduo você gera? Está preparado para conhecer? 

Roupas (1)

Duas vezes por ano eu reorganizo todas as minhas roupas. Normalmente faço no início do verão e no início do inverno. Quando chega o verão eu coloco as roupas de frio nas partes mais altas e faço o contrário quando chega o inverno. O mais importante disso tudo é que nessa arrumação sempre tem umas duas ou três peças que não uso e coloco para doar, normalmente manchadas ou velhas, e tem outras duas que estão em bom estado e levo para trocar na Feira de Trocas do Cursinho Comunitário Pimentas. A próxima será dia 31 de janeiro.


O que você faz com aquelas roupas que não usa mais?

Mas fica a dúvida, o que fazer com aquelas peças que não servem mais para nada, nem para trocar e nem para doar?

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Estímulo

Minhas amigas estão me apoiando e me estimulando para reduzir a geração de resíduos nos nossos almoços. Realmente de nada vale se esforçar para reduzir em casa mas gerar um monte de resíduos fora dela. Na terça-feira fomos em um lugar que coloca os talheres dentro de uma plástico. Pra quê? É algo que vira resíduos no momento que pegamos na mão. Eu vou em vários restaurantes que os talheres ficam soltos e nunca fiquei doente por isso. Minhas amigas e eu resolvemos fazer mais do que ficar indignadas e colocamos na caixa de sugestões do restaurante uma proposta de retirada dos plásticos. Vamos ver se resolve.
Na quarta-feira fomos ao restaurante japones e na hora de pegar o hashi (pauzinhos), cada par estava dentro de uma embalagem de papel e tem mais, o hashi de madeira é descartável, depois do uso ele virá resíduo e não tem como reciclá-lo. Então peguei um garfo e uma faca que estavam soltos e depois serão lavados e usados vários vezes. Mas as lindas das minhas amigas não me acompanharam nessa. Mas sei que minha atitude fez elas pensarem em algo que nunca tinham reparado e que educamos mais pelo exemplo do que pela fala.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Contextualizando

O tamanho da cidade, as principais atividades econômicas dela e sua localização influenciam muito na geração de resíduos.
Em uma cidade grande a quantidade de resíduos que uma pessoa gera é maior do que uma pessoa que mora em uma cidade pequena, por exemplo. Portanto é importante conhecer a cidade onde moramos.
Guarulhos está localizado no Estado de São Paulo, na Região Metropolitana de São Paulo e na Bacia Hidrográfica do Alto Tietê. Possui aproximadamente 1.222.000 habitantes, é principalmente industrial, com comércio em grande expansão.
São mais de 350.000 domicílios, 18.000 estabelecimentos comerciais, 15.000 estabelecimento de serviços, 4.000 indústrias e 560 próprios públicos gerando diversos tipos de resíduos todos os dias.
A coleta regular porta-a-porta de rejeitos transporta, por dia, 1.100 toneladas das residências até o único aterro sanitário da cidade. Este não possui nenhum mecanismo de desenvolvimento limpo, não gera energia com o metano e paga para a SABESP fazer o tratamento do chorume. Com relação aos resíduos secos (embalagens em geral) há diversas empresas recicladoras, ferros velhos e uma cooperativa de catadores. Os resíduos de saúde dos equipamentos públicos são encaminhados para uma empresa incineradora em Mauá. Guarulhos sedia também empresas privadas que reciclam pneus, óleos comestíveis, lâmpadas e eletroeletrônicos e uma empresa de economia mista que recicla entulho.
Fonte: Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos de Guarulhos http://www.guarulhos.sp.gov.br/files1/PGIRS.pdf

sábado, 3 de janeiro de 2015

Dicas de vídeos

Este vídeo do Instituto Akatu é ótimo. É curto, objetivo e nos faz pensar em toda a cadeia por trás do nosso consumismo.
https://www.youtube.com/watch?v=lBuJHl-PTYc

Este aqui é de 2007 e mostra um casal prestes a ganhar bebe preocupados com a enorme quantidade de resíduos que geram e que o bebe vai gerar a partir do primeiro dia de vida.
https://www.youtube.com/watch?v=L2NztLXOmB4

Primeiro passo

Hoje eu e meu marido organizamos as ideias e montamos um plano de ação.
Primeiro precisamos saber quais os tipos de resíduos que geramos em nossa casa e a quantidade. Para isso decidimos monitorar por uma semana nossa geração de resíduos.
Ontem levamos todos os resíduos e rejeitos para a lixeira do condomínio onde moramos e vamos começar a monitorar a partir de agora.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

RESÍDUO x LIXO

Vocês vão perceber que em momento nehum usaremos a palavra LIXO neste blog, isso porque vamos seguir a Política Nacional de Resíduos Sólidos aprovada em 2010, que também em momento nenhum usa a palavra LIXO, usa apenas RESÍDUO.
Mudando as palavras, mudamos muita coisa, pois lixo lembra sujeira, fedor, algo nojento. Resíduo, ou melhor resíduoS, já possibilita uma percepção de algo que tem vários tipos e que pode ser separado, reaproveitado, tratado, reciclado.


O que nos motivou?

Desde minha graduação em gestão ambiental os problemas relacionados aos resíduos me incomodam. Quando terminei a faculdade comecei a trabalhar com educação ambiental e resíduos sólidos, de lá para cá eu mudei alguns hábitos, mas continuava intrigada pelo fato de falar para as pessoas fazerem coisas que eu mesma não faço, como compostagem do resíduo orgânico.

Dia 15 de dezembro meu marido e eu assistimos no fantástico esta reportagem:
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/12/jovem-americana-produz-lixo-que-cabe-dentro-de-pote-em-dois-anos.html

E dia 1º de janeiro assistimos um documentário chamado "Lixo: um problema global". Ficamos sensibilizados, mas como disse a psicóloga Valéria Lasca em um curso que fiz de desenvolvimento de multiplicadores, não basta estar sensibilizado, pois isso passa com o tempo, tem que fazer um plano de ação e assumir compromissos para realmente causar a transformação.

Hoje, 2 de janeiro de 2015, propus ao meu marido que apoiasse minha ideia de gerar o menos resíduo possível, com a meta de não gerar nenhum. Ele topou e como sei que não será fácil, que podemos desanimar e que a ajuda de outras pessoas pode ser fundamental criamos este blog.
Aqui vamos postar todos os dias nossas ações e descobertas durante nossa caminhada até atingirmos nosso objetivo. Pretendemos postar textos, imagens e vídeos. Sintam-se a vontade para comentar e nos ajudar.